A Assessoria de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente realizou, na terça-feira (28/05), capacitação dos trabalhadores da FLEM que executam trabalhos em altura, com o objetivo de prevenir acidentes no trabalho, capacitá-los para analisar riscos e quanto ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Os funcionários também foram treinados para agir em situações de emergência.

O treinamento foi elaborado com base na Norma 35 do Ministério do Trabalho e Emprego, que define, além dos procedimentos a serem adotados pelo colaborador que irá executar serviços em altura, as responsabilidades da empresa. Segundo a NR 35, cabe ao empregador, dentre outras obrigações, garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle, garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção e assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista.

Aos colaboradores, cabe o cumprimento das exigências prevista na legislação sobre o trabalho em altura, assim como colaborar com a empresa na implantação das disposições previstas na NR, interromper suas atividades sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas.

Na última quarta-feira (29/05), o especialista técnico Sidney Reis representou a Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) em mais uma reunião da Câmara Temática de Promoção da Igualdade, instância da Agenda Bahia do Trabalho Decente, que tem como objetivo discutir temas e fomentar ações relacionadas à inserção da pessoa com deficiência no mundo do trabalho. O encontro aconteceu na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) em São Joaquim, na Calçada.

“É muito importante para a FLEM estar inserida nesses espaços de discussão para conhecermos melhor o universo da pessoa com deficiência, suas dificuldades e potencialidades. As empresas precisam se preparar para criar condições e oportunidades para estes profissionais”, ressaltou Sidney Reis.

Desde 2013, a Câmara é coordenada pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, através da Superintendência dos Direitos da Pessoa com Deficiência e é a responsável por, entre outras ações, realizar o Dia D de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mundo do Trabalho. Nas últimas quatro edições, mais de três mil pessoas foram encaminhadas para o mercado de trabalho. “Precisamos, definitivamente, mudar o conceito de que a pessoa com deficiência não tem competência profissional”, defendeu Reis.

A Câmara de Promoção da Igualdade é composta por representantes do Governo do Estado, do Conselho Estadual e Municipal da Pessoa com Deficiência, do Ministério Público do Trabalho, de organizações da sociedade civil e de empresas.

Reunião discutiu as normas para gestão de projetos financiados pelo FIDA 

Na manhã desta terça-feira (08), representantes da Diretoria de Desenvolvimento Sustentável (DIDES), da Assessoria Jurídica e do Núcleo de Compras da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) receberam a visita da consultora Luciana Matte, representante do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), e da técnica Graziela Mota, da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

O encontro fez parte da Missão de Apoio ao Pró-Semiárido do FIDA no estado, que tem como objetivo monitorar e avaliar o desenvolvimento do projeto Pró-Semiárido, financiado pelo Fundo, por meio de empréstimo com o Governo do Estado, e executado pela CAR. A FLEM atua como agência gerenciadora e dá suporte técnico-operacional ao projeto, além de realizar parte das aquisições dos produtos e serviços previstos em contrato.

 

“Mais do que oferecer suporte ao projeto, a Fundação trabalha para dar mais agilidade e garantir a qualidade na execução do Pró-semiárido. Já construímos uma boa expertise e relação com o FIDA, o que nos permite atuar com eficiência dentro das normas do Fundo”, destacou Nádia Holtz, diretora da DIDES/FLEM. Nádia disse ainda que a visita do FIDA é sempre um momento esperado, pois “é uma oportunidade para a equipe técnica da FLEM tirar dúvidas, trazer exemplos práticos para avaliação, o que acaba sendo uma reciclagem e aperfeiçoamento em relação à gestão dos projetos”.

Luciana Matte falou das atualizações das normas do FIDA, principalmente na área de aquisições, e deu orientações para enfrentamento das dificuldades na gestão do projeto. “Entendemos a realidade local para execução dos projetos e estamos disponíveis para dialogar, dar o suporte necessário e encontrar as melhores soluções”.

O assessor jurídico da Fundação, Gustavo Stelitano, também ressaltou a importância do estreitamento da relação da FLEM com o FIDA. “As normas do Fundo vão sendo atualizadas e a FLEM está atenta para que sejam feitos os alinhamentos internos necessários para atender as demandas com o máximo de transparência e qualidade, tornando a Fundação cada vez mais uma referência enquanto agência gerenciadora do FIDA na Bahia”, frisou.

O Pró-Semiárido atua em 32 municípios baianos, em mais de 500 comunidades, com meta final de beneficiar aproximadamente 70 mil famílias. A FLEM disponibiliza atualmente mais de 90 técnicos para atender ao projeto.

Na manhã desta quarta-feira (08), foi realizado encontro no Centro Social Urbano de Pernambués para tratar dos direitos da pessoa com deficiência. Na atividade, promovida pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), também foram feitas entregas de “passes-livres”. O Passe Livre é um programa do Governo Federal que proporciona a pessoas com deficiência e carentes, gratuidade nas passagens O Passe Livre é um programa do Governo Federal que proporciona a pessoas com deficiência e carentes, gratuidade ou condições especiais em passagens para sua locomoção.

O psicólogo e especialista técnico, Sidney Reis, representou a Fundação Luís Eduardo Magalhães ao ministrar palestra sobre a inclusão no mercado de trabalho, inclusão social e o empoderamento da pessoa com deficiência. Reis falou da sua experiência, dos programas e da política interna da Fundação para oferecer oportunidades a pessoas com deficiência no seu quadro de pessoal. “Sabemos das dificuldades de quem vive com deficiência, mas é importante se empoderar, entender que vocês tem o seu lugar, mas que também é preciso se qualificar. As vagas existem, mas é preciso ter qualificação”, alertou.

Sidney também conduziu uma roda de conversa com participação de pessoas com deficiência, familiares e representantes da comunidade para falar sobre direitos e tirar dúvidas em relação ao passe livre.

Além do psicólogo, o superintendente da SJDHDS, Alexandre Baroni, a defensora pública, Bianca Ribeiro, da Unidade Especializada de Proteção aos Direitos Humanos e Pessoas com Deficiência e a presidente do Conselho Municipal de Pessoas com Deficiência de Salvador, Lívia Borges, fizeram parte da mesa diretora.

 

 

A Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) editou o guia Assédio Moral e Sexual no Ambiente de Trabalho. A publicação traz informações sobre o que é assédio moral e sexual, quais as principais características e consequências e dá dicas aos trabalhadores para evitar a ocorrência desta conduta. Os quase quatro mil funcionários da FLEM poderão acessar o guia eletronicamente na intranet da empresa.

A advogada Júlia Sanches, especialista técnica da Fundação que assina a publicação, esclarece que a frequência e constância são as principais características para que um determinado comportamento seja considerado assédio. Ela alerta, também, para a importância de sempre buscar ajuda junto à área de Recursos Humanos da empresa. “O objetivo é trazer esclarecimentos sobre o que pode e o que não pode ser considerado assédio no ambiente trabalho. Precisamos tratar com tranquilidade sobre esse tema, compartilhar informações, e com isso buscar evitar conflitos, propiciando um ambiente de trabalho saudável”, destaca.

O Guia é a primeira de uma série de publicações a serem lançadas com foco na saúde, segurança e bem estar do trabalhador. Em junho, a Fundação promoverá uma semana de atividades, quando serão ministradas palestras, realizadas rodas de conversas e ações ludo-educativas sobre estes temas.

 

 

 

 

Para comemorar a Literatura Infantil, lembrada duas vezes no mês de abril, nos dias 2 e 18, Dia Internacional da Literatura Infantil e o Dia Nacional do Livro Infantil, a Base Comunitária de Segurança do Nordeste/Vale das Pedrinhas – bairro onde a Fundação Luís Eduardo Magalhães está inserida – realizará o ‘Mês da Literatura Infantil’ na sexta-feira (26 de abril), às 10h, na BCS Nordeste/Vale, no Beco da Cultura, s/nº, no bairro Nordeste.

Na ocasião, acontecerá a distribuição gratuita de um Kit-leitura contendo um livro infanto-juvenil, duas revistinhas, um folheto com dicas de leitura e um marcador de páginas.

A comunidade está convidada para apoiar e reforçar esta ação, doando qualquer um dos materiais descritos acima, que compõem o kit-leitura.

Mais informações na BCS Nordeste/Vale ou pelo e-mail: bcsnordeste@gmail.com

Orientadores que atuam como Pontos focais do Programa Primeiro Emprego (PPE) se reuniram na tarde desta quarta-feira (27), no auditório da Casa Civil, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), para participar do 1º Seminário Ponto Focal Estaduais, que teve como pauta principal a melhoria das ações que contemplam o programa de ação social de combate ao desemprego dos jovens, promovido pelo Governo do Estado, para inserir egressos e estudantes da educação profissional no mercado de trabalho.

O fortalecimento da comunicação e promoção do diálogo entre a coordenação do Programa e os pontos focais foi debatido com o objetivo de ampliar a compreensão, o alcance e a qualidade do PPE. A diretora de Apoio a Projetos Sociais da Flem, Rosemarie Freitas, enalteceu o seminário como um meio de aproximação com os pontos focais. “A qualidade dessa relação é necessária quando a gente lembra que os pontos focais são, antes de tudo, orientadores dos beneficiários”. Rosemarie salientou também que a troca com esses atores do Programa permite que seja feita uma avaliação dos resultados do trabalho, por meio da visão de quem está na ponta, lidando diretamente com os jovens.

Foto: Ascom/Flem

Atualmente, a Flem acompanha 3.443 beneficiários do Programa Primeiro Emprego que estão trabalhando em órgãos na capital e no interior do estado. Desde o seu lançamento, mais de cinco mil beneficiários já foram contratados pela Fundação para integrar o Programa, que em novembro de 2019 completa três anos de lançamento.

Além de representantes da Flem e pontos focais, também estiveram no Seminário o coordenador do Programa, Almerico Biondi, representantes da Secretaria de Segurança Pública, Vice Governadoria, Fundação Pedro Calmon, Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) e da Secretaria da Administração do Governo (Saeb).

Na última quarta-feira (13/03), aconteceu o lançamento do projeto Primeiro Emprego na Escola, idealizado pelos beneficiários do Programa Primeiro Emprego (PPE/ Governo da Bahia), lotados no Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (SETAF), do município de Cruz das Almas. O projeto irá desenvolver atividades em sala de aula para discussão sobre práticas na agricultura familiar, além de realizar visitas técnicas, promovendo assim maior interação entre os estudantes do Centro Territorial da Educação Profissional (CETEP) com os produtores rurais da região.

A coordenadora territorial do SETAF, Lorena Rocha, falou do sentimento dos beneficiários ao apresentarem a ideia do projeto. “Eles disseram, ‘a gente tem que devolver o que recebeu do CETEP, mostrar aos novos alunos de onde a gente veio, até onde a gente chegou e o que a gente pode ser depois”. A beneficiária do PPE e técnica em agropecuária, Jaqueline Santos, explicou que o projeto surgiu da necessidade que eles sentiam, enquanto estudantes do CETEP, de compreender melhor o mercado de trabalho onde iriam atuar. “Pensamos que conhecer as atividades e rotinas do técnico na prática seria um incentivo a mais e uma oportunidade para eles conhecerem melhor a profissão que escolheram”.

Para Silvia Dantas, diretora do CETEP, receber os egressos de volta à escola é muito gratificante. “É a realização de um sonho ver nossos ex-alunos desenvolvendo um trabalho dentro da sua formação técnica e ainda dividindo suas experiências com os atuais alunos da educação profissional”. A gerente da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), Melyssa Neves, representando o presidente da Fundação, Francisco Américo, destacou a importância de iniciativas como essa para o sucesso do PPE. “A nossa diretoria e assessoria de comunicação estão buscando boas práticas como esta, para que sirvam de exemplo e incentivo para os outros jovens do programa”.

O evento contou ainda com a presença de Lisiane Weber, assessora pedagógica da Superintendência de Educação Profissional e Tecnológica (SUPROT). Para ela, “ver resultados como este é muito significativo, pois comprova como a educação profissional tem sido valorizada pelos estudantes e o mais interessante é ver que a iniciativa partiu dos próprios técnicos”, concluiu.

 

Na tarde desta quarta-feira (16), jovens aprendizes do Projeto FLEM Social – Nossa Travessia participaram de palestra que abordou a Vulnerabilidade Social e a Inclusão dos Jovens no Mercado de Trabalho. O evento aconteceu no auditório da Fundação e teve o psicólogo Sidney Reis como palestrante.

Conduzida de forma leve e descontraída, por diversas vezes os jovens foram estimulados a participarem. “Tirar o chapéu para nós mesmos é algo que a gente dificilmente pensa, devido à correria do dia a dia, e essa dinâmica me fez perceber que é preciso se auto reconhecer”, afirmou Vitória Ribeiro, jovem aprendiz, referindo-se a uma das dinâmicas apresentadas pelo psicólogo.

Sidney teve poliomielite aos dois meses de idade e usou exemplos próprios da sua vida, na condição de cadeirante, para abordar questões como os desafios da primeira oportunidade de trabalho e suas conquistas. Além de psicólogo, Sidney é analista de sistemas e trabalha desenvolvendo projetos na Superintendência dos Direitos da Pessoa com Deficiência – SJDHDS (Secretaria da Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social), como o Passe Livre, por exemplo. “As dinâmicas me ajudam a identificar como devo conduzir a palestra, por isso faço com que eles falem e de acordo com isso eu vou trabalhando o que eles precisam, pois é mais interessante quando as questões aparecem”, explicou.

Este evento fez parte das atividades do projeto FLEM Social que assiste 31 meninos e meninas das comunidades do Bairro da Paz, Nordeste de Amaralina, Santa Cruz e Calabar, e tem como objetivo realizar ações voltadas a jovens em situação de vulnerabilidade social, com foco na aprendizagem e inserção no mundo do trabalho.

Para melhorar a comunicação da FLEM com seus públicos alvo, a atuação do Call Center foi ampliada para atendimento a todas as áreas da empresa, passando a funcionar como uma Central de Relacionamento.

O Call Center atendia somente às demandas do Programa Primeiro Emprego e o objetivo atual é dar maior suporte a todas as diretorias no atendimento aos clientes, funcionários alocados fora da sede em Salvador, dar agilidade aos processos internos e desenvolver um relacionamento mais próximo com todos que procuram a Fundação por algum motivo.

O Núcleo de Tecnologia Organizacional (NTO) está desenvolvendo um sistema próprio para a Central, para que os atendentes possam acessar informações sobre os Programas e Projetos, o que possibilitará um atendimento mais eficaz às demandas recebidas, sobretudo na área de RH. O objetivo é que a Central funcione como um termômetro da relação da FLEM com o seu público externo, ganhando assim função estratégica na gestão da Fundação. Provisoriamente, a Central está ligada à Assessoria de Comunicação, que tem auxiliado a coordenação do serviço nessa transição.

Os telefones da Central são: 71 3103-7567/7587